Um caso que veio à tona anos depois acabou jogando luz, mais uma vez, sobre o jeito extremamente rígido como o governo da Coreia do Norte lida com qualquer tipo de manifestação religiosa. A história é pesada, dessas que deixam um clima estranho só de ler. Segundo informações citadas em um relatório divulgado em 2022 pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, uma criança de apenas dois anos de idade, junto com toda a sua família, teria sido condenada à prisão perpétua em um campo de prisioneiros políticos.
O mais curioso — e ao mesmo tempo revoltante — é que a sentença teria sido aplicada ainda lá em 2009. Só que, como acontece com muita coisa que envolve o país, isso demorou anos pra aparecer pro resto do mundo. Quando finalmente veio a público, gerou indignação internacional, e não foi pouca. Muita gente, inclusive especialistas em direitos humanos, classificou o caso como um dos exemplos mais extremos de repressão religiosa já registrados.