Ao contrário do que disse Oliver Laxe, brasileiros são menos de 1% no Oscar

Oscar 2026: Polêmica sobre Nacionalismo e Indicações Brasileiras

O diretor francês-espanhol Oliver Laxe, que já tem uma carreira marcada por obras impactantes, fez uma declaração que gerou bastante discussão no meio cinematográfico. Ele, que está com 43 anos, levantou uma questão interessante sobre as indicações brasileiras ao Oscar 2026. O Brasil, por sua vez, bateu um recorde este ano, com quatro nomeações na categoria de Melhor Filme Internacional para ‘O Agente Secreto’, além de uma indicação para Adolpho Veloso, que foi reconhecido por seu trabalho na fotografia de ‘Sonhos de Trem’

A Crítica de Laxe

Durante uma entrevista, Laxe não hesitou em criticar os votantes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas que são brasileiros. Ele os chamou de ‘ultranacionalistas’, insinuando que, em vez de priorizarem o mérito artístico, estariam mais inclinados a apoiar produções que elevassem a bandeira do Brasil. Ele afirmou: ‘Há muitos brasileiros na Academia, e nós os adoramos, mas eles são ultranacionalistas. Acho que se os brasileiros submetessem um sapato ao Oscar, todos votariam nele’. Essa declaração, ao mesmo tempo que provoca risadas, também levanta um debate sério sobre a questão do patriotismo na arte.

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