Os Bastidores de um Golpe: A Investigação da Polícia Federal e as Consequências para Jair Bolsonaro
Exatamente há um ano, a Polícia Federal do Brasil finalizava uma investigação que revelou um plano alarmante de golpe de Estado, orquestrado após as eleições presidenciais de 2022. Em um dia que ficará marcado na história do país, no dia 21 de novembro de 2024, a PF indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como o líder de uma organização criminosa, juntamente com mais 36 pessoas que faziam parte de seu antigo governo.
O relatório conclusivo da investigação foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e continha os nomes de figuras proeminentes como os ex-ministros Anderson Torres (Justiça), Augusto Heleno (GSI), Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) e Braga Netto (Casa Civil). Além deles, foram citados o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, e o ex-assessor de Bolsonaro, Marcelo Câmara. Um dos indiciados que chamou a atenção foi o tenente-coronel Mauro Cid, que, além de ser ex-ajudante de ordens do ex-presidente, decidiu colaborar com a investigação, fornecendo à PF informações preciosas sobre o que aconteceu antes e depois das eleições.