Inquérito por suposta calúnia a Lula evoca práticas de censura, diz Flávio

A Polêmica do Inquérito: Flávio Bolsonaro e a Liberdade de Expressão

Na manhã de quarta-feira, dia 15 de abril de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou uma decisão que gerou um grande alvoroço na política brasileira. Ele determinou a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro, do PL, devido a uma suposta calúnia direcionada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. O senador, por sua vez, não hesitou em se manifestar a respeito, afirmando que recebeu a medida com “profunda estranheza” e que a decisão do magistrado lembrava práticas de censura.

A Resposta de Flávio Bolsonaro

Em uma nota divulgada pela sua assessoria, Flávio argumentou que a decisão do ministro é “juridicamente frágil”. Ele destacou que a publicação que gerou todo esse procedimento não teria qualquer tipicidade penal. Para ele, o inquérito é uma tentativa clara de cercear a liberdade de expressão e o exercício pleno do mandato parlamentar. A declaração de Flávio sugere que a medida não é apenas uma questão legal, mas uma interferência na política e na liberdade de expressão, algo que ele acredita ser um direito fundamental.

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