O clima voltou a esquentar nos bastidores do Supremo Tribunal Federal nesta semana depois de uma decisão que pegou muita gente de surpresa. O ministro decano da Corte, Gilmar Mendes, resolveu suspender o julgamento que analisava a quebra de sigilo envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido pelo apelido que ficou famoso na política brasileira: Lulinha.
A decisão não foi exatamente sobre o mérito da investigação, mas sobre a forma como o caso estava sendo julgado. Até então, o processo corria no chamado plenário virtual do STF, sistema usado com frequência nos últimos anos. Nesse modelo, os ministros votam de forma eletrônica, sem precisar se reunir fisicamente no plenário.