Menina que sobreviveu à queda de helicóptero deve receber alta; piloto segue em observação

Na noite de quinta-feira (16), uma tragédia aconteceu na Grande São Paulo: um helicóptero caiu e, entre os envolvidos, a única sobrevivente foi uma adolescente de 12 anos. Ela estava com seus pais e o piloto da aeronave, mas apenas ela e o piloto conseguiram ser resgatados com vida. A boa notícia, pelo menos, é que a jovem está bem, de acordo com informações que foram divulgadas no sábado (18) pela assessoria de comunicação da empresa da família dela, a BIG – Brazil Internacional Gaming. Ela está em observação, mas, aparentemente, seu estado de saúde é estável. A expectativa é que ela receba alta ainda hoje, embora isso ainda não tenha sido confirmado.

O acidente aconteceu quando o helicóptero desapareceu do radar na noite de quinta. Só foi encontrado na manhã de sexta-feira em uma área de mata fechada, em Caieiras, uma cidade perto da Rodovia dos Bandeirantes. O resgate foi muito complicado, e envolveu uma verdadeira operação de guerra. Além dos bombeiros e da Defesa Civil, também participaram do resgate equipes de dois helicópteros Águia da Polícia Militar e até um helicóptero da Força Aérea Brasileira. Era uma missão difícil, com o local de difícil acesso, e o trabalho conjunto de todos foi essencial para localizar as vítimas.

O piloto do helicóptero, Edenilson de Oliveira, foi o primeiro a ser encontrado, mas ele ainda segue internado. Não há previsão de alta para ele, e o estado de saúde dele não foi divulgado com detalhes. O resgate da adolescente, no entanto, chamou a atenção. Ela foi a responsável por indicar aos socorristas onde estavam os destroços do helicóptero e, também, a localização do casal de pais. Imagens gravadas pelos próprios socorristas mostram que a menina foi carregada nas costas pelas equipes, devido ao risco e à dificuldade de movimentação no local do acidente.

A jovem, identificada como Bethina Feldman, é filha de André Feldman, o CEO da BIG, uma empresa bastante conhecida no ramo de apostas online. O empresário, de 50 anos, também era um dos donos do helicóptero, que estava registrado na empresa C & F Administração de Aeronaves. Além disso, ele era pai de gêmeos, que não estavam no voo, e perdeu a esposa, Juliana Elisa Alves Maria Feldman, que também faleceu no acidente. Juliana, de 49 anos, era economista formada pela Fundação Armando Alvares Penteado e, assim como o marido, empresária.

Esse trágico acidente levantou muitas questões sobre segurança em voos privados e sobre os riscos que quem utiliza esse tipo de transporte corre. Muitas pessoas, quando leem sobre esses casos, começam a pensar se realmente vale a pena, se a segurança é mesmo garantida. A história da Bethina, sendo a única sobrevivente, emociona a todos e faz com que a tragédia ganhe mais visibilidade. Ela, que provavelmente vai carregar esse trauma para o resto da vida, já é considerada uma verdadeira heroína por ter ajudado os socorristas a encontrar os destroços e a salvar o piloto.

Ainda estamos no início de 2025 e, infelizmente, já temos esse tipo de história, que nos lembra como a vida pode ser frágil e imprevisível. Esse caso vai seguir sendo investigado e, com o tempo, provavelmente, mais detalhes sobre o que realmente aconteceu na noite do acidente serão revelados. A família de Bethina, com certeza, vai precisar de apoio emocional para superar esse momento difícil. E nós, como sociedade, também devemos refletir sobre como podemos melhorar os sistemas de segurança em voos, especialmente para quem está em helicópteros e outras aeronaves de pequeno porte.



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