Nesta segunda-feira (27), o adolescente de 13 anos que realizou o ataque em São Paulo que resultou na morte de uma professora foi levado à delegacia para prestar depoimento.
De acordo com informações do depoimento, o garoto admitiu ter planejado o atentado por pelo menos dois anos. Ele ainda revelou que, quando tinha 11 anos, chegou a cogitar matar o próprio pai, mas acabou desistindo por falta de coragem.
Durante o depoimento prestado após o atentado que deixou uma professora morta em São Paulo, o garoto de 13 anos revelou que não tinha uma boa relação com o pai e que chegou a pensar em tirar sua vida quando tinha apenas 11 anos. Ele admitiu ter orquestrado o ataque por pelo menos dois anos.
O adolescente relatou ainda ter testemunhado o pai ameaçando a mãe com uma faca e que ele tem um comportamento agressivo em casa. Em uma carta deixada para trás, o garoto pediu desculpas à mãe, avó e tia, mas não mencionou o pai por não gostar muito dele, conforme depoimento. O adolescente ainda acusou o pai de ser agressivo com sua mãe e com ele.
Segundo o depoimento do garoto de 13 anos, ele afirmou ter sido alvo de bullying na escola, o que teria sido sua motivação para o ataque que resultou na morte de uma professora em São Paulo.
Além disso, o adolescente declarou que tinha uma relação difícil com o pai, alegando que ele era agressivo com sua mãe e com ele, batendo-o com cinta até fazê-lo cair no chão. O garoto também afirmou que planejou o ataque por dois anos e que pretendia cometer suicídio depois.
Ele disse ter sido vítima de comentários sobre suas características físicas na escola, sendo chamado de “rato de esgoto”. Em uma carta deixada para trás, o adolescente pediu desculpas para a mãe, avó e tia, mas não mencionou o pai, afirmando que não gostava muito dele.