Recentemente, a ex-primeira dama da República, Michelle Bolsonaro, esposa de Jair Messiasas Bolsonaro (PL) decidiu ir até seu perfil oficial nas redes sociais para comentar com seus fãs e seguidores a respeito da quebra de sigilo das visitas que recebia no Palácio da Alvorada, local onde morou com sua família durante os 4 anos do governo de Bolsonaro.
Na ocasião, Michelle enfatizou que a ‘cabelereira’ era, na verdade, sua manicure e, em sequência, compartilhou o link onde continha as informações com um gif contendo risadas.
A profissional de beleza, identificada pelo nome de Juliane Cunha, visitou Michelle o total de quatro vezes durante 2021 e 2022, indo pessoalmente até o Palácio.
Na lista, os nomes mais presentes que visitaram o local onde morava o ex-presidente foi a diretora de Acessibilidade e Apoio a Pessoas com Deficiência, Nídia Limeira de Sá, que foi no local 51 vezes, o pastor da Igreja Atitude, de Brasília (DF), Claudir Machado, visitando o Palácio da Alvorada 31 vezes, a profissional de beleza Juliene Cunha, 24 vezes, e a estilista Cynara Boechat, visitando 5 vezes.
A lista envolvendo os nomes foi obtida através de um canal de comunicação após atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomar a decisão de reverter o sigilo de 100 anos que Jair Bolsonaro havia imposto.
Muitas pessoas pediram informações a respeito de quem Michelle Bolsonaro recebia no Planalto, no entanto, tal solicitação havia sido negada, sendo afirmado que tratava-se de informações de cunho pessoal.
Após a decisão, Lula assinou um decreto, permitindo que as informações fossem liberadas.
Bolsonaro gastou R$ 27 milhões no cartão corporativo
A quantia gasta pelo ex-presidente através do cartão corporativo foi publicada nesta quinta-feira (12), com Bolsonaro gastando o total de R$ 27 milhões. O que chamou a atenção dos internautas foi o fato do político gastar, em hospedagens, a quantia de R$ 10,5 milhões, incluindo a alimentação e, em sorvetes, o total de R$ 8,6 mil.