Após sua posse como o mais novo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomou a decisão de revogar o decreto realizado pelo então vice-presidente, Hamilton Mourão (Republicanos), na última sexta-feira (30). A medida em questão possuía como objetivo reduzir os impostos de grandes empresas, o que ocasionaria um custo de aproximadamente R$ 5.8 bilhões ao atual governo.
Fernando Haddad, novo ministro da Fazendo, foi à público para tecer críticas à atitude do general, classificando-as como “péssimas” escolhas durante a transição de governo.
De acordo com as informações concedidas pelo site ‘Metrópoles’, Haddad expôs sua indignação, expondo que Mourão e Bolsonaro haviam se recusado a realizar os protocolos previstos em lei e, no dia 30 de dezembro, publicaram no DOU dois decretos que darão mais de R$ 10 bilhões de prejuízos aos cofres públicos.
O decreto realizado pelo general Hamilton Mourão reduzia no total de 50% o Pis/Pasep e também o Confins. Em relação ao primeiro tributo, havia sido realizado a diminuição de 0,65% para 0,33%. Já em relação ao Confins, a queda foi de 4% para 2%, já sendo esperado que o governo petista realizasse a revogação da determinação.
Parlamentares do PSOL pedem prisão preventiva de Bolsonaro
Nesta segunda-feira (2), parlamentares eleitos pelo PSOL realizaram um protocolo pedindo a prisão preventiva do ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL) ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Nas alegações, os políticos afirmam que o ex-presidente havia atentado contra a democracia através de um histórico de disseminação de Fake News com objetivos golpistas e, desde o início de sua Presidência, arquitetava o atual cenário que o Brasil está vivendo.
Tais informações foram confirmadas através do Deputado Federal Guilherme Boulos (PSOL) em uma publicação realizada em seu perfil oficial no Twitter.
Através do documento, é afirmado que Bolsonaro ainda possui uma base ativa radicalizada.