Detida nos EUA, ativista diz que prefere “morrer a voltar a Cuba”

Yeilis Torres Cruz, é uma ativista cubana de direitos humanos que fugiu do país cubano em maio deste ano, e agora está presa nos Estados Unidos, existe a possibilidade de deportação, porém a mesma afirma que preferia “morrer a voltar a Cuba”.

Univision uma emissora americana em espanhol, falou sobre a declaração que a mesma teria feito a seu marido, Pavel Pérez, de dentro doc entro de detenção dos emigrantes em Broward, no sul do estado da Flórida, onde ela permanece a cerca de 7 dias, após ter chego nos Estados Unidos.

A emissora notícia que, Torres, é uma ex-procuradora que faz parte do grupo dissidente União Patriótica de Cuba, cujo líder, José Daniel Ferrer, segue detido após os processos de 11 de julho de 2021, ela acabou acusada e presa após atentar contra a autoridade pública do radialista Humberto López, que simpatiza junto do governo cubano.

Ela acabou cumprindo prisão durante 10 meses, mas em maio deste ano acabou sendo solta, e absolvida, sem nenhum caso criminal, informações de sua própria conta do Facebook.

Em uma jangada, Torres deixou Cuba com um grupo de pessoal em uma jangada, porém eles acabaram sendo barrados pela Guarda Costeira dos EUA.

Então foi encaminhada com demais pessoas a uma base americana em Guantánamo, que também fica na ilha, então ficou no local até dia 10 deste mês, após a chegada do avião Fort Lauderdale, a 40 quilômetros de Miami, foi detida e levada para o centro de imigração do condado de Broward.

Agora a ativista acusa inúmeras irregularidades em seu caso, de asilo político, a mesma tem uma audiência marcada com um juiz de imigração em 12 de janeiro.

Seu marido então agindo como seu parceiro, fez o pedido ao governo dos Estados Unidos, para que concedesse asilo político e não deportassem sua esposa, para ele assim como para a própria seria “a pior coisa” afirmam, sua declaração no centro de detenção de Broward, repercutiu de forma internacional.



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