O Irã atraiu a atenção do mundo com resultados em incríveis para a Copa do Mundo de 2022, porém não é apenas sobre isso que o país se torna destaque infelizmente. O governo do país reage drasticamente aos protestos de populares que ocorrem em solo iraniano.
Um dos protestos mais recorrentes é sobre os direitos das mulheres no país, que com atem a desigualdade doentia. Lembramos que no Iran as mulheres são muito oprimidas, com leis absurdas que são impostas, revoltantes para diversos países no mundo.
Contudo alguns homens se juntam para manifestar contra a desigualdade, como o caso do jogador Amir Nasr-Azadani. O mesmo já defendeu sua seleção nacional e hoje atua pelo Iranjavan FC, acabou sendo condenado como um traidor, por conta de estar envolvido em manifestações recentes de protestos contra a desigualdade as mulheres.
De forma absurda o jogador de futebol foi condenado à morte, e está correndo risco de ser executado. Amir a algum tempo se juntou aos manifestantes pedindo mais igualdade em direitos de mulheres e homens.
Após a morte de Mahsa Amini, o clima hostil e de tensão aumentou ainda mais no país iraniano, a jovem morta, havia sido presa por não usar o hijab, aquele lençol obrigado as mulheres a usar, inclusive com relação a fé muçulmana.
Amini tinha apenas 22 anos e faleceu em custódia do estado. Havia sido divulgado pelo governo que a jovem teria sofrido uma parada cardíaca, porém imagens mostraram a jovem caindo entre policiais, e muito se diz que ela teria sido espaçada até a morte.
O país não é laico como o Brasil, e suas rigorosas leis se confundem até mesmo com a fé e os mandamentos do Islã. Os manifestantes são acusados de muitas coisas, como por exemplo “inimigo de Deus”, no país.
A situação e condenação absurda do jogador Amir tem repercutido internacionalmente e diversas figuras pedem a liberação do atleta. Continue seguindo nosso site e esteja sempre informado sobre os maiores acontecimentos do Brasil e do mundo, compartilhe essa matéria com seus seguidores.