Está repercutindo muito nas redes sociais, um vídeo aonde aparece um funcionário da Starbucks chorando, e falando sobre seu expediente de trabalho.
No depoimento do jovem que ele postou na internet ele mostra seu ponto de vista sobre a gerência e seus chefes na empresa. Ele também criticou os clientes que iam no local.
Aos prantos durante seu desabafo, o jovem que é estudante, falou que 25 horas na semana, e mais um expediente de 8 horas por dia, era muito para ele.
Na internet o assunto começou a dar muito oque falar muitas pessoas acharam o jovem mimado, e que não sabia oque era trabalhar. Outros concordaram e saíram em sua defesa, dividindo assim então a opinião dos usuários do Twitter.
“As pessoas se perguntam por que precisamos de um sindicato na Starbucks. Estou literalmente prestes a desistir. Tipo, não sei se vou fazer. Mas como eu realmente quero, quase saí hoje. E estou chorando na sala dos fundos agora.”, diz ele no video.
“Eu sou um estudante em tempo integral, tenho 25 horas semanais agendadas. E aí nos finais de semana me marcavam o dia todo, por oito horas e meia, tanto no sábado quanto no domingo.”, continuou. “Há quatro pessoas administrando a loja.
Há tantos clientes e eles escalaram apenas 5 pessoas. Temos apenas 13 pessoas empregadas nesta loja. E são tantos clientes…” continua a falar o jovem.
“Não temos horários justos, os gerentes não se importam conosco. Nosso gerente deveria vir neste fim de semana, e ele se retirou do horário. Precisamos de um sindicato porque isso não pode acontecer. Precisamos de horários justos. Precisamos que os gerentes se responsabilizem por ajudar seus funcionários. Precisamos de liberdade para poder fazer isso porque há muitos pedidos e precisamos atender a todos eles.”
“E então as pessoas estão gritando comigo porque não tenho pedidos prontos. Eu não tinha o pedido pronto, então eles estavam conversando e dizendo coisas como “ele é claramente incompetente”. Finaliza o funcionário.
Foi revelado que funcionários de mais de 100 locais nos Estados Unidos, estiveram em greve, falando sobre seus empregos e fazendo exigências a empresa. As negociações não avançaram.