Mãe de Marília Mendonça comenta sobre doação de pertences da cantora para caridade

A mãe da cantora Marília Mendonça abriu seu coração e mais uma vez voltou a comentar da saudade que sente da filha, que veio a óbito em um trágico acidente aéreo no último dia 5 de novembro do ano passado.

Na oportunidade, dona Ruth trouxe a memória seu primeiro Dia das Mães sem a filha, que passou na companhia do neto, Leo, de 2 anos, e do filho João Gustavo.

Orei, pedi forças a Deus, fiz uma comidinha boa e recebi o carinho das pessoas… Quando estou com muita saudade, vou lá no armário, dou um abraço na roupa dela e choro“, entregou dona Ruth no decorrer de uma entrevista à Veja.

A peça de roupa mencionada por Ruth é o conjunto xadrez que a cantora usava no momento do acidente se encontra guardada na casa da família e ainda tem um rasgo, manchas de óleo da aeronave e perfume da sertaneja.

A mãe da cantora ainda revelou que a grande maioria dos objetos pessoais da filha vão ser doados para um projeto de caridade e os instrumentos musicais para um museu em homenagem à ela:

“Para mim, todo dia ainda é dia 5 (data da morte da cantora, em novembro do ano passado)… Marília passou por este mundo como um cometa. Foram só seis anos de carreira. Agora eu entendo por que ela era tão intensa e tudo tinha de ser rápido”.

Investigações sobre o acidente de Marília Mendonça retomam após paralisação

Marília Mendonça morreu aos 26 anos, após um grave acidente aéreo, na cidade de Caratinga, em Minas Gerais e deixou um filho, Leo, de 2 anos. Após seis meses, as investigações do acidente foram retomadas após uma paralisação.

Conforme com informações repassadas pelo jornal O Globo, A Polícia Civil reabriu o inquérito na última quinta-feira (05), enquanto a Força Aérea Brasileira (FAB) continua fazendo uma apuração paralela que pretende concluir os fatos que aconteceram no acidente.

A torre de transmissão que o bimotor se chocou permanece no mesmo local, além da rota aérea, que foi usada pelo piloto do avião de Marília, permanece sendo usada por jatos semelhantes que viajam para o Aeroporto de Ubaporanga.

Todavia, conforme com a Energética de Minas Gerais (Cemig), as torres estariam fora da zona de proteção do aeroporto.



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