Vera Fischer relembra período em clínica de reabilitação: “Vontade própria”

Na última sexta-feira (20), a veterana atriz, Vera Fischer abriu o coração ao público. No decorrer de uma participação no programa Conversa com Bial, a artista deu uma entrevista reveladora e relembrou momentos diversos de sua trajetória. Na conversa, ela trouxe a memória o período em que ficou internada em uma clínica de reabilitação. A contratada da emissora Globo ainda entregou ter buscado auxílio por conta do vício em drogas.

No decorrer do bate-papo com a âncora do programa, Pedro Bial, ela revelou que partiu dela o desejo de procurar a ajuda de um profissional. “Entrei por vontade própria, porque estava determinada a ouvir aquelas pessoas. Eram pessoas muito inteligentes. Cada um tinha uma história de drogadição diferente. Aprendo sempre muito com as pessoas e suas histórias“, disparou a famosa.

Atualmente com 70 anos, a talentosa artista ainda comentou a respeito da pressão que sofreu da imprensa ao longo da vida como atriz. De acordo com a famosa, sua filha, Rafaela, foi uma das pessoas que mais sofreu com a invasão de privacidade durante o auge da mãe nas telinhas, chegando a se mudar de país.

Tive momentos muito explosivos na vida, quando a imprensa invadia minha vida desesperadamente, a vida da minha filha. Ela se mudou para os Estados Unidos porque queriam comparar ela comigo, e comparavam. Ela engordava e emagrecia. Era um sofrimento atroz para ela, e para mim“, desabafou a atriz.

Ainda na entrevista, a famosa comentou sobre o período em que procurou ajuda de um analista, quando Perry Salles, seu então marido, tomou conhecimento de um câncer terminal:

Eu não conseguia chorar e tinha que segurar todos. Na época, fazia Caminho das Índias. Vinha da novela e corria para casa. Fazia piada, brincava. Aí começaram a nascer feridas no meu corpo. Minha imunidade baixou para zero. Tive uma ferida muito grande na boca que ia virar um câncer e tive que extirpar ” desabafou , que inclusive montou uma UTI no escritório de sua casa na oportunidade.

” Procurei uma analista que disse na primeira vez que fui: “Pode chorar, chora. Eu te dou permissão”. Aí eu chorei desbragadamente todas as lágrimas de dor. Quando olhei, ela estava chorando” concluiu.



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