Nesta última sexta-feira, o apresentador Tiago Leiferte e sua esposa, Daiana Garbin usaram as redes sociais para atualizar os fãs sobre o quadro clínico da filha, a pequena Lua, que trava uma batalha contra um câncer de retina.
No sétimo mês de tratamento, a pequena encontra-se estável, é o que garante os pais. Como disse o ex-apresentador do reality show da emissora Carioca, o processo é longo, por isso as atualizações estão cada vez mais espaçosas.
“E agora completando sete meses acho que estamos em um momento legal para pelo menos atualizar todo mundo que está preocupado e torceu por nós sobre como as coisas estão andando. E digo estão andando porque ainda estão andando. A gente gostaria muito de chegar aqui ‘uhul, acabou, férias, shopping’, mas não é esse momento ainda. O tratamento é lento“, disparou Tiago ao lado da esposa em um vídeo divulgado nas redes sociais.
No decorrer do desabafo, o apresentador continuou entregando pormenores do tratamento: “Ainda é muito cedo para a gente falar em cura, mas nesse momento o quadro da Lua é considerado estável, a doença está estável. Nossa pequininha passou por muita coisa, foram sete sessões de quimioterapia intra arterial, mais uma cirurgia de braquiterapia, que é uma radioterapia por dentro do olho, o bebê fica três dias internado“.
Lua se encontra muito esperançosa e lidando com a infância normalmente: “A nossa pequena está sempre alegre, sempre pulando, ela se recupera super bem, ela é muito forte. aguenta bem. Então o que a gente pode contar para vocês é que nesse momento o quadro está estável e a gente ainda precisa observar muito de perto. Então todos os meses a gente vai lá no GRAAC, faz exames, olha direitinho“.
No final, o casal agradeceram os internautas por estarem disseminando informação. Devido as informações repassadas pelos pais, os vídeos sobre Lua chegaram a outras pessoas que puderam, assim, descobrir um diagnóstico semelhante.
“A gente nunca vai poder agradecer tanto carinho que estamos recebendo e fica aí o alerta para os pais: leve seu bebê ao oftalmologista. Teve uma coisa muito importante que aconteceu, que além do diagnóstico do retinoblastoma, que a gente já sabe, acho que umas 8 crianças… Tivemos bastante gente que foi diagnosticada antes do que seria, por causa daquele primeiro vídeo. Que era o que a gente queria, era nosso objetivo principal, declarar guerra à doença“, concluíram.