Luto: Mãe de Eliza Samúdio sofre nova perda após 12 anos da morte da filha e comove o Brasil

Um dos crimes mais chocantes e cruéis do Brasil sem sombra de dúvidas foi de Eliza Samúdio, modelo que teve sua morte encaminhada pelo goleiro Bruno. Na época do crime o mesmo vivia o auge de sua carreira no Flamengo, e isso desgraçou sua vida para sempre obviamente.

A modelo se relacionava com Bruno, e anunciou que estaria grávida dele, o goleiro negando ser o pai, nunca assumiu o filho. Devido ser muito procurado, ele teria então encomendado a morte de Eliza, que nunca teve seu corpo identificado pelas autoridades um crime bárbaro.

A mãe de Eliza, dona Sônia, ficou como mãe e avó do neto Bruninho, ele também vivia com seu avô, Hernane Silva de Moura, padrasto de Eliza era o homem da casa. Porém a notícia que o mesmo faleceu pegou todos de surpreso e comoveu as pessoas, pela nova perda enfrentada por dona Sônia.

A mesma contou ainda no neste ano, que o marido havia sofrido quatro paradas cardíacas, e precisou ser internado na UTI, da onde não sairia mais. Foram 55 dias até sua morte, não foi revelada a causa, mas se sabe que ele estaria em estado vegetativo, algo realmente muito triste.

Hernane era praticamente também o pai do menino, que ajuda em todas as despesas do filho de Bruno, a mãe de Eliza conta que o goleiro nunca deu um pensão ao filho. As pessoas se revoltam ainda mais com os detalhes expostos pela mãe de Eliza, ainda mais por Bruna estar solto novamente e ostentando vida de luxo, após o crime bárbaro que cometeu.

Foi criada uma vaquinha na internet, para ajudar dona Sônia com as despesas que vem chegando pra mesma, que quase não tem renda nenhuma. Até o momento já foram arrecadados 20 mil reais, de pessoas que se comoveram não web com tudo que aconteceu com ela novamente.

Na web ela disse: “Venho pedir ajuda dos amigos, pois até conseguir a documentação para quem sabe conseguir a aposentadoria dele, necessito de ajuda financeira para os gastos com todas as despesas com aluguel, comida, energia, remédio até conseguir novamente sobreviver a esta tragédia”.



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