Mulher encontra larvas em ovo de Páscoa da Ferrero Rocher em Betim (MG)

Júlia Santos Valente, de 27 anos de idade, comprou recentemente um ovo de páscoa para presentear o seu marido e companheiro, porém eles só decidiram abrir o ovo na última terça-feira, dia 19 de abril. Então ela contou que comprou o ovo no dia nove em um shopping de Betim, que fica em Minas Gerais, e guardaram o chocolate no armário da cozinha, até decidirem abrir.

Então quando decidiram abrir o ovo o casal teve uma grande surpresa e inclusive muito desagradável por sinal, pois eles encontraram larvas caminhando no meio do seu chocolate.

De acordo com as informações de Júlia, o seu marido abriu o ovo e lhe deu uma parte do chocolate, como a luz da sala estava apagada, ela colocou um pedaço do chocolate na boca sem olhar. Porém ao mastigar sentiu que algo estava estranho, segundo ela, tinha algo parecido com uma teia de aranha. Então, ela resolveu olhar a parte que estava na mão dela e se deparou com as larvas.

Julia contou o que sentiu naquele mesmo momento que se deparou com aquela situação inusitada: “Na hora eu cuspi o chocolate que eu estava na boca, me deu muito nojo”.

Logo após isso ter acontecido Júlia e o marido olharam atentamente as duas partes do ovo de chocolate e conseguiram encontrar ainda mais larvas, sendo que algumas inclusive estavam vivas. Ela verificou a data de validade, e o produto ainda estava no prazo e a embalagem também estava intacta.

Júlia contou o fato com muita indignação em suas próprias redes sociais, e guardou o restante do ovo para tentar resolver o caso diretamente com o fabricante, porém ela não conseguiu resolver absolutamente nada.

O que o fabricante, Ferrero Rocher, explicou foi que o que aconteceu foi um problema de armazenamento e que não haveria absolutamente nada o que eles pudessem fazer. Júlia então ficou ainda mais indignada, pois é um chocolate que não é barato.

A Ferrero depois se explicou em um nota oficial, que é muito rigoroso o seu sistema de controle de qualidade sobre seus produtos e que a infestação provavelmente deve ter acontecido fora da empresa. Também ressaltou que como a larva possui um curto período de vida, se a infestação tivesse acontecido ainda na etapa de produção ela já não estaria mais viva.



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