A notícia da morte de Dolly Parton pegou muita gente de surpresa nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026. A cantora americana, considerada uma das maiores representantes da música country em todos os tempos, morreu aos 80 anos. A informação foi confirmada pela família e rapidamente ganhou destaque na imprensa internacional e também no Brasil.
Na televisão brasileira, a morte da artista também foi destaque. Segundo o texto divulgado, o jornalista Márcio Bonfim entrou no ar em um plantão da TV Globo para comunicar aos telespectadores a triste notícia. Ele substituía César Tralli na bancada do Jornal Nacional e antecipou a informação antes do início do telejornal.
Com tom sério, o jornalista informou que Dolly Parton havia morrido nos Estados Unidos. A notícia chamava atenção principalmente pelo tamanho da carreira da cantora, que atravessou décadas e conquistou públicos de diferentes gerações.
“Morre nos Estados Unidos Dolly Parton, ícone da música country”, comunicou Márcio Bonfim. Na sequência, ele lembrou uma das músicas mais famosas compostas pela artista: “I Will Always Love You”, canção que ficou ainda mais conhecida mundialmente depois de ser gravada por Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas”.
E realmente, falar de Dolly Parton é falar de uma artista que foi muito além de apenas cantar. Ela escreveu milhares de músicas durante a carreira, entre elas sucessos como “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”. Seu jeito de cantar, a voz marcante e também o visual cheio de personalidade fizeram dela uma figura facilmente reconhecida em qualquer lugar.
A cantora nasceu em uma família pobre no estado do Tennessee, nos Estados Unidos, e começou a cantar ainda muito jovem. Com o passar dos anos, conseguiu transformar uma infância simples em uma das carreiras mais importantes da história da música americana. Dolly também atuou no cinema, na televisão e se tornou empresária.
Um dos seus grandes projetos fora dos palcos foi a Dollywood, parque temático localizado no Tennessee. Ela também ficou conhecida pelo trabalho de caridade. O projeto Imagination Library, criado por ela, distribui livros para crianças e alcançou milhões de famílias ao longo dos anos.
A morte da cantora aconteceu em Nashville e foi anunciada por seu sobrinho, Bryan Seaver, que divulgou uma mensagem em nome da família. Segundo informações publicadas pela imprensa, Dolly vinha enfrentando problemas de saúde e sua equipe informou posteriormente que ela passou por uma breve batalha contra o câncer.
Poucos dias antes de morrer, Dolly ainda havia feito aparições e manifestações públicas. No dia 19 de agosto, por exemplo, participou virtualmente de uma homenagem relacionada à composição de músicas. Também havia publicado recentemente nas redes sociais uma lembrança de “Islands in the Stream”, parceria marcante com Kenny Rogers.
Agora, o mundo da música se despede de uma artista que conseguiu algo dificil: permanecer relevante durante tantas décadas. Dolly Parton deixa músicas que provavelmente continuarão sendo ouvidas por muito tempo, além de uma história marcada por talento, trabalho e uma personalidade que conquistou milhões.
Para muitos fãs, a notícia representa o fim de uma era. Dolly Parton não foi somente a “rainha do country”, como ficou conhecida. Ela virou parte da cultura popular americana e conseguiu levar suas canções para pessoas que nem sequer acompanhavam o gênero. Seu legado, portanto, deve continuar vivo através da música e das muitas histórias deixadas ao longo de sua trajetória.
Dolly Parton, considerada a rainha do country, morre aos 80 anos.
— Jornal Nacional (@jornalnacional) August 26, 2026
Foi a cantora americana que compôs um dos maiores sucessos da música americana: 'I Will Always Love You' foi imortalizado por Whitney Houston no filme 'O Guarda-Costas'.
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