O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, acabou sendo pego de surpresa durante uma votação importante que rolou no plenário da Corte. O julgamento tratava da continuidade, ou não, da chamada CPMI do INSS — aquela comissão criada pra investigar possíveis irregularidades envolvendo o instituto.
Segundo relatos de bastidores, Mendonça estava convicto de que teria o apoio de dois nomes de peso dentro do Supremo: Edson Fachin, atual presidente da Corte, e também Cármen Lúcia. A expectativa era de que ambos votassem a favor da prorrogação das investigações no Congresso. Mas não foi bem isso que aconteceu.