Síndrome edemigênica: entenda o problema de saúde que afetou Erasmo Carlos

O querido cantor e compositor Erasmo Carlos, faleceu hoje no Rio de Janeiro, aos 81 anos, muita gente se comoveu com essa notícia, diante de alguém tão querido e conhecido publicamente.

O idoso Erasmo estava internado a alguns dias, com uma condição que retém líquidos do sangue, conhecida como síndrome edemigênica. Em grande parte dos casos de pessoas que sofrem desta condição, ela se dá por conta de outros problemas, como cardíacos e renais.

  1. O que é a síndrome edemigênica?

“A síndrome edemigênica é caracterizada pelo edema generalizado, ou seja, um inchaço causado por um excesso de líquido preso nos tecidos do corpo”, esclarece o médico Caio Focássio, cirurgião vascular.

  1. Quais são as principais causas?

“A síndrome pode ser pode ser provocada pelo mau funcionamento dos rins, fígado ou coração ou quando o corpo apresenta um desequilíbrio nas forças bioquímicas que são responsáveis pelos líquidos dos vasos sanguíneos”, conta doutor Focássio.

  1. Quais são os sintomas e como é feito o diagnóstico?

“A manifestação é propriamente o inchaço, mas nem todo inchaço representa um edema. O edema é um acúmulo de líquido no subcutâneo, embaixo da pele. Geralmente, a aparência de uma pessoa é o inchaço que pode ser generalizado ou localizado”, diz o médico.

  1. Como é feito o tratamento?

“O tratamento é feito pelo gerenciamento dos edemas, que pode ser pelo uso de remédios para remover o excesso de líquido. Vale lembrar ainda que a síndrome edemigênica pode ser causada ainda por uma doença subjacente”, explicou Focássio.

  1. Quais são os riscos de complicações?

“Entre os principais riscos de complicação, é que um edema não tratado pode fazer com que o liquido acumulado se desprenda dos tecidos, e possa causar a morte. Por isso é tão essencial o tratamento, que pode ser feito pelo uso de remédios para remover o excesso de líquido, mas vale lembrar ainda que a síndrome edemigênica pode ser causada ainda por uma doença subjacente”, diz Focássio.

Fonte: CNN



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