Menino de 11 anos perde a vida ao sofrer mal súbito em sala de aula; o que é a condição e como prevenir

No dia 14 de outubro, uma criança, de apenas 11 de idade, faleceu durante após sofrer um mal súbito em uma escola localizado no município de Fortaleza (CE). O pequeno foi identificado pelo nome de Keven Henrique Viana de Souza e, no momento que se sentiu mal, estava assistindo uma aula na escola no qual estudava.

Rapidamente, a criança foi socorrida pelos professores, que chamaram o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Keven, contudo, não conseguiu resistir às complicações, falecendo logo em seguida.   

Através de um comunicado publicado através da escola que o garoto estudava, foi informado que Keven havia passado mal, recebendo os primeiros socorros através dos profissionais de saúde, contudo, veio à óbito após não conseguir resistir às complicações. A secretaria ainda informou que, neste momento, o acompanhamento psicológico está sendo concedido aos alunos e profissionais, com as atividades sendo suspensas no dia do falecimento.

Foi informado, ainda, que a Polícia Civil está apurando as circunstâncias que ocasionaram no falecimento de Keven. Através de uma postagem publicada em seu perfil oficial nas redes sociais, José Sarto (PDT), prefeito de Fortaleza, lamentou o falecimento da criança, declarando que a prefeitura está concedendo o apoio necessário aos familiares.

Segundo informações do cardiologista Edmo Atique Gabriel, o mal súbito é denominado pelas pessoas que começam a passar mal, perdendo a consciência e a força, apresentando mudanças no tom da pele, reflexos e se enfraquecendo até não conseguir reagir ou se manter de pé.

Através de tais sintomas, a pessoa sofre com uma parada cardíaca e, alguns, morrem de maneira imediata. Em determinados casos, se a vítima for atendimento de maneira precisa e rápida, conseguirá se salvar.

O médico aponta que o mal súbito é ocasionado por algum problema prévio, com a única forma de prevenção sendo a realização de exames. O cardiologista ainda frisa que, para as crianças não serem taxadas com possíveis doenças, muitas vezes, não são levas aos profissionais de saúde com a frequência necessário, com tal atitude se mostrando um grande erro.



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