Lembra da mulher mais alta do mundo? Segure o fôlego ao ver como ela está e saiba como foi sua primeira viagem de avião

Você conhece a mulher considerada a mais alta do mundo? Possuindo incríveis 2,15 metros, Rumeysa Gelgi possui apenas 25 anos de idade, sofrendo de uma doença rara denominada Weaver, caracterizada por um aceleramento no crescimento.

Recentemente, Rumeysa acabou ganhando os holofotes da mídia novamente, se tornando um dos assuntos mais comentados do Twitter após tomar a decisão de ir até seu perfil oficial nas redes sociais para informar aos seguidores que iria realizar sua primeira viagem de avião. O que chamou a atenção dos internautas foi o fato da jovem precisar realizar a viagem deitada.

Através das redes sociais, Rumeysa compartilhou o momento que embarcou em um voo de 12 horas, saindo de Istambul, na Turquia, e indo até a cidade de São Francisco, localizada nos Estados Unidos.

O que chocou parte dos internautas foi o fato de que a aeronave necessitou remover o total de 6 fileiras de assento com o objetivo de acomodar a jovem. Confira as imagens a seguir e tente não se surpreender:

https://www.instagram.com/p/CjIi_6aLce0/?utm_source=ig_embed&ig_rid=c7358bb5-cfc3-41a2-bd98-78d74f9989bc

Pelo fato de possui uma condição especial, Rumeysa não é capaz de ficar sentada por muito tempo e, por este motivo, precisou realizar a viagem deitada. As imagens, em pouquíssimo tempo, viralizaram entre os internautas nas redes sociais.

Segundo as informações concedidas pela turca, este foi o primeiro voo que realizou durante toda sua vida, demonstrando animação com o fato e demonstrando o desejo de realizar outras viagens no futuro.

Além de ser a mulher mais alta do mundo, Rumeysa também é conhecida por ter o dado mais longo do planeta, com incríveis 11,2cm. Ela também é dona das costa mais longas, com 59.9cm, além das mãos, com a esquerda medindo 24,26cm e a direita 24,93cm.

Síndrome de Weaver

A condição que acomete Rumeysa é considerada rara, provocando o avanço da idade óssea e ocasionando em um crescimento excessivo. Com o avanço da doença, os acometidos pelo enfermo perdem a mobilidade das articulações, podendo ter dificuldades para ingerir alimentos e até mesmo respirar.



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